quinta-feira, 9 de setembro de 2010




VIK Lookbook, moda e estilo para a vida real

Sempre achei que a moda não era para mim. Esta confissão pode parecer dramática para algumas pessoas, mas é a mais pura verdade. Desde criança, para o horror de minha mãe, eu era uma menina desleixada, sem interesse algum pelas roupas bonitas que eu tinha para vestir. Cresci sem um pingo de noção de estilo e, admito, nunca liguei para isso.

Essa história começou a mudar, entretanto, há pouco mais de dois meses. Mas, o que são dois meses em quase 32 anos? É tempo de sobra para que eu finalmente percebesse que o jeito que eu me vestia era, sim, importante.

Foi quando eu passei a escrever para a Kipling Fanpage (www.kiplingfanpage.com.br) que eu comecei a aprender que o modo como eu me visto é também uma forma de eu me comunicar com o mundo, expressar minhas ideias e criar oportunidades de diálogo. Incrível, não?

Pois mais do que me ensinar isso, a Kipling Brasil está criando uma oportunidade para que os internautas se comuniquem com o mundo e expressem suas ideias por meio de suas roupas, ou melhor dizendo, de seus looks. Este é o ponto de partida do VIK Lookbook (http://www.kiplingfanpage.com.br/Lookbook/Comunidade/LooksRecentes/Looks).

O VIK Lookbook é uma comunidade de estilo e moda urbana. Lá, todos podem postar fotos de suas produções, trocar ideias, dicas e experiências, votar em seus looks favoritos… A Kipling está fazendo um trabalho pioneiro no Brasil ao fazer da “possibilidade” da moda uma realidade ao alcance de todos.

Agora eu tenho certeza de que a moda é para mim também. E para quem mais quiser.

(Por Kipling)

Moda = Futilidade?

Todas as pessoas que se consideram superiores, ou que pensam estar completamente imunes à certas expectativas da sociedade, afirmando que tal imunidade se deve à falta de importância dada a tais expectativas, dizem que moda é apenas futilidade. Eu me pergunto se esses seres absolutamente evoluídos já pararam para observar alguma coisa, qualquer coisa, que acontece ao seu redor; vamos ao raciocínio. Se seres humanos são seres sociais dependentes de relações sociais (o que de fato somos), então querer se ajustar à sociedade, por exemplo, seguindo tendências, devia ser considerado atitude de quem não tem personalidade própria? Essas pessoas deveriam ser chamadas de robôs moldados pela sociedade? Quanto a primeira pergunta, é claro que não. Querer se ajustar é apenas normal. A respeito da segunda pergunta, eu diria que todos somos moldados pela sociedade, de um jeito ou de outro. Mesmo quem alega não se deixar influenciar por expectativas frívolas relacionadas à imagem, se importa com sua própria imagem. Essas pessoas querem ser vistas como cult e alternativas - rebeldes, mas elas não se vestem de acordo com a maneira como querem que o resto da sociedade as interprete? Como existem várias pessoas assim, essa então não seria uma tendência entre seu próprio grupo? De novo, a resposta óbvia é "sim". Então aqui vai uma mensagem a essas pessoas "alternativas": a aparência importa sim, pois sua imagem revela às outras pessoas aspectos de sua personalidade. A moda não deixa de ser um jeito de se expressar, pois mostra como você se porta em relação à própria expectativa "modal" da sociedade. Não, caso você esteja imaginando, eu não considero nossa sociedade superficial, não por isso, pois eu acredito que toda forma de expressão é válida. A mensagem que eu quero passar é: expresse-se! Siga tendências ou inove, o que realmente importa é a versão de você mesmo que você quer apresentar à sociedade. Moda é nada mais que a representação em roupas de sua personalidade.
Beijos, Amanda Garcia.

Eles estão de volta!




Chanel, Louis Vuiton e Gucci já avisaram no verão europeu: as clogs estão com tudo. Para quem nunca ouviu falar nelas, são aqueles tamancões de madeira, com inspiração nos campos holandeses. Lembrou? Pois é, a moda pegou por aqui e é promessa cumprida nas principais coleções de primavera-verão do país.

Eles vêm com tachinhas, apliques florais, franjas, correntes, de jeans, couro, camurça, tecido, altíssimos ou com saltos mais discretos. O negócio é apostar nas combinações e adequar a tendência ao seu estilo. A pesquisadora de moda Paula Acioli é a favor do modelito no máximo de ocasiões possíveis.

Como usar

“Saltões, taxas douradas, detalhes, franjas, metalizados... Com longos, minis, e tudo mais que a imaginação permitir. Embora seja um calçado originário lá do Hemisfério Norte, em um look bem produzido pode ficar com a cara da brasileira, em especial da carioca: as mais baixinhas ficam mais altas, as de estatura média ganham altura e para as mais altas, o céu é o limite! O que importa é saber usar”, ensina ela.

Saber usar inclui saber que se for para ficar muito tempo em pé, seja a trabalho ou a passeio, é bom optar pelos modelos mais baixos.

"Se for uma atividade que exija deslocamentos constantes, os Clogs, principalmente os de salto altíssimos, não me parecem os mais adequados. Podem até ficar estilosos, mas no final do dia os pezinhos das fashionistas poderão estar 'mortos'!", brinca Paula Acioli.

Fonte: Globo.com